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"A tecnologia não é neutra. Quem a constrói decide quem ela serve."
Dark patterns. Dados vendidos sem consentimento. Algoritmos que viciam. A tecnologia pode ser ferramenta de libertação ou de aprisionamento. A diferença está nas escolhas de quem constrói.
O teste do jornal
Antes de implementar algo, faça o teste: se isso fosse manchete de jornal amanhã, você teria orgulho ou vergonha? Se a resposta for vergonha, repense.
Dilemas comuns
1. "É o que o cliente pediu"
Sim, mas você sabe que vai prejudicar o usuário final. Executar cegamente é terceirizar sua ética.
2. "Todo mundo faz assim"
Normalização não é justificativa. Se todo mundo está errado, ainda está errado.
3. "Não é ilegal"
Legal não é sinônimo de ético. Muita coisa antiética é perfeitamente legal.
Como criar cultura ética
1. Discussões abertas
Crie espaço para o time questionar decisões de produto. "Isso é certo?" deveria ser uma pergunta normal, não insubordinação.
2. Diversidade de perspectivas
Times homogêneos têm pontos cegos. Perspectivas diferentes enxergam problemas diferentes.
3. Consequências visíveis
Se alguém reporta algo antiético e nada acontece (ou pior, sofre retaliação), a mensagem é clara: ética aqui é teatro.
A marca que fica
Sua reputação se constrói uma decisão por vez. Atalhos antiéticos podem parecer vantajosos no curto prazo. No longo prazo, eles corroem confiança. E confiança, uma vez perdida, é muito difícil de reconstruir.
Construa coisas que você teria orgulho de explicar para seus filhos. Esse é o filtro.
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