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"Todo mundo tem um plano até levar um soco na cara." — Mike Tyson
Caos acontece. Mudança de escopo de última hora. Demissão inesperada. Bug crítico em produção. Fornecedor que falhou. A questão não é se o caos vai aparecer — é quando. E o que separa times amadores de times profissionais é a capacidade de entregar mesmo assim.
Princípios de entregas no caos
1. Proteja o essencial
Quando tudo está pegando fogo, você não pode apagar tudo. Escolha o que não pode queimar. Priorize impiedosamente. Deixe o resto para depois.
2. Comunique mais, não menos
No caos, a tentação é sumir. "Depois que resolver eu aviso." Erro. No caos, overcommunication é regra. Stakeholders preferirem saber que está difícil do que serem surpreendidos.
3. Quebre em pedaços menores
Projeto grande emperrado? Divida. Entregue partes. Progresso visível mantém moral e confiança.
4. Aceite "bom o suficiente"
No caos, perfeição é luxo. Resolva o problema. Documente o débito. Melhore depois.
Como se preparar para o caos
- Runbooks atualizados: Quando o problema aparecer às 3h da manhã, ninguém quer pensar do zero.
- Canais claros de comunicação: Quem contata quem? Como?
- Margem de segurança: Cronogramas apertados demais não absorvem imprevistos.
- Simulações: Faça exercícios de incidente. Pratique o caos antes que ele chegue de verdade.
O paradoxo da estabilidade
Times que parecem "sortudos" e nunca têm problemas geralmente não têm menos problemas. Têm melhor preparação. A estabilidade não é ausência de caos — é capacidade de navegá-lo sem afundar.
Prepare-se quando está calmo. Execute quando está caótico. Essa é a receita.
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