"Não invente processo onde não tem dor."
Tem gestor que adora processo. Cria fluxos, formulários, aprovações... para problemas que não existem. O resultado? Burocracia que atrasa sem proteger nada.
Processo bom nasce diferente. Nasce da dor. Alguém sofreu, time aprendeu, processo surgiu para prevenir que aconteça de novo.
Sinais de processo artificial
- Ninguém sabe explicar por que existe
- Sempre é contornado
- Gera mais formulário do que resultado
- Foi copiado de outro lugar sem adaptação
Como processo bom nasce
1. Problema real acontece
Cliente reclamou. Bug escapou. Deploy quebrou. Dor concreta, não hipotética.
2. Análise de causa
O que causou? Não quem — o quê. Qual falha de sistema permitiu?
3. Solução proporcional
A solução precisa custar menos que o problema. Não adianta criar um processo de 10 etapas para evitar erro que custa 50 reais.
4. Test drive
Implementa piloto. Vê se funciona. Ajusta. Expande.
5. Revisão periódica
Processo que não é revisado vira fóssil. O contexto muda. O processo deveria mudar junto.
O equilíbrio
Pouco processo = caos. Muito processo = paralisia. O ponto certo é: proteção onde precisa, liberdade onde pode.
Documente o "porquê"
Todo processo deveria ter uma linha explicando por que existe. Qual problema resolveu. Assim, quando for hora de questionar ou eliminar, a decisão é informada.
Processo sem contexto vira dogma. E dogma é perigoso.
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