"Perfeito é o inimigo do bom — especialmente quando o deadline é amanhã."
Existe uma doença silenciosa em times de tecnologia: a obsessão pelo perfeito. O código tem que ser lindo. A arquitetura tem que ser impecável. A documentação tem que cobrir todos os cenários. O problema? Enquanto você lapida o diamante, o cliente está esperando.
O custo escondido da perfeição
1. Atraso na entrega
Cada iteração de polimento custa tempo. E tempo, no mundo dos negócios, tem valor. Às vezes o "80% bom" entregue agora vale mais que o "100% perfeito" entregue tarde.
2. Paralisia por análise
Ficar discutindo eternamente sobre qual é a melhor solução impede qualquer solução. Às vezes, você só vai descobrir o melhor caminho caminhando.
3. Frustração do time
Quando nada nunca está bom o suficiente, as pessoas desistem de tentar. O perfeccionismo vira desmotivação.
Como equilibrar qualidade e velocidade
1. Defina "bom o suficiente"
Não é desleixo. É pragmatismo. Antes de começar, alinhe: qual é o mínimo viável para essa entrega resolver o problema?
2. Itere
A primeira versão não precisa ser a última. Entregue, colete feedback, melhore. Progresso é melhor que perfeição.
3. Diferencie importante de urgente
Nem tudo precisa de excelência. Às vezes, resolver o problema já é suficiente.
4. Documente débitos técnicos
Se você cortou caminho para entregar, registre. Não finja que não existe. Planeje quando vai pagar.
O teste do cliente
No final do dia, o cliente não se importa se seu código está elegante. Ele se importa se o problema dele foi resolvido. Orgulho técnico é válido, mas não pode cegar para o que realmente importa: valor entregue.
Entregar certo, no tempo certo, para o problema certo — isso é profissionalismo de verdade.
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