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Cesar Zanis · Czanix

Como eu trabalho.

Antes de escolher a tecnologia, preciso entender o que está acontecendo.

Uma conta de nuvem que subiu, um relatório em que ninguém confia, uma rotina que depende de copiar e colar. É por aí que a conversa começa. Quero entender o problema, quem convive com ele e o que já foi tentado.

Do primeiro papo à operação

  1. Entender o cenário

    Converso com quem usa e com quem mantém o sistema. Olho custos, dados, integrações e as limitações do time. Às vezes, o pedido inicial muda quando a gente encontra a causa do problema.

    O que fica claro: o problema que vamos resolver e como reconhecer uma melhora.

  2. Escolher o que cabe

    Comparo caminhos e explico o que cada um exige para construir e manter. Prazo, orçamento e experiência do time entram nessa conta. Uma solução boa precisa fazer sentido depois que o projeto termina.

    O que fica claro: escopo, prioridades e os motivos de cada escolha.

  3. Construir e conferir

    Começo por uma parte que dê para testar em condições reais. Confiro o resultado com quem vai usar, ajusto o que não funcionou e avanço a partir daí. Se uma hipótese não se sustenta, a gente muda o caminho.

    O que fica claro: o que foi validado e o que ainda precisa ser resolvido.

  4. Deixar a operação pronta

    Entrar em produção inclui monitoramento, documentação e passagem de conhecimento. Quem assume precisa saber como acompanhar, corrigir e evoluir o que foi entregue.

    O que fica claro: como manter o sistema e quem cuida de cada parte.

Na prática, o ponto de partida muda.

Alguns exemplos de como eu abordaria problemas comuns. São situações ilustrativas, não resultados de clientes.

A conta da nuvem cresceu.

Primeiro, separo o custo por aplicação e procuro o que mudou. Redimensionar recursos pode ajudar. Às vezes, a origem é uma consulta, uma retenção de logs ou uma decisão de arquitetura.

O time quer usar IA.

Procuro uma tarefa específica, com dados acessíveis e um jeito de conferir a resposta. Depois avalio permissões, custo por uso e o que acontece quando o modelo erra.

Cada relatório mostra um número.

Volto à origem dos dados e às regras de cálculo. Antes de montar outro painel, precisamos concordar sobre o que o indicador mede e quem mantém essa definição.

Tem algo assim por aí?

Me conta o contexto e o que você precisa resolver. A partir disso, podemos ver se faz sentido trabalhar juntos.

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