"A diferença entre uma decisão boa e uma ruim muitas vezes é o tempo que você gastou pensando nela."
No calor do dia-a-dia, é tentador decidir rápido. Resolver logo. Passar para a próxima. Mas decisões tomadas na pressa tendem a voltar — e cobram juros. Decisão boa dá trabalho na frente para economizar dor de cabeça depois.
O framework da decisão consciente
1. Qual problema estou resolvendo?
Parece óbvio, mas não é. Muita decisão errada nasce de problema mal definido. Gaste tempo entendendo o problema antes de pensar na solução.
2. Quais são as opções reais?
Não existe decisão se só tem um caminho. Force-se a pensar em pelo menos 3 alternativas. Mesmo que uma pareça claramente melhor.
3. Quais são os riscos de cada opção?
Nada é só positivo. Toda escolha tem trade-offs. Liste os riscos explicitamente.
4. O que acontece se eu não decidir agora?
Às vezes, esperar é a decisão certa. Mais informação pode chegar. O cenário pode mudar. Não decidir também é decidir.
5. Quem mais deveria estar envolvido?
Decisões importantes raramente devem ser tomadas sozinho. Quem tem contexto? Quem vai ser impactado? Quem pode questionar suas premissas?
Cuidado com vieses comuns
- Viés de confirmação: Só enxergar dados que apoiam o que você já quer.
- Viés de ancoragem: Pesar demais a primeira informação que apareceu.
- Viés de disponibilidade: Supervalorizar o que está fresco na memória.
Documente decisões importantes
Decisões importantes merecem registro. Por quê? Porque quando der errado (e às vezes vai dar), você precisa lembrar o contexto. O que você sabia? Quais eram as alternativas? Por que escolheu esse caminho?
Isso não é burocracia. É proteção. E é aprendizado para as próximas decisões.
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